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Arquivo da categoria ‘Devaneios’

Eu fiz o caminho reverso. A Enseada ficou à esquerda. Caminhei pro oeste do Capricornio e vi o Atlântico da outra Península, quase no Índico, e muitas Marimbas. A última Marimba, eu tinha visto na República e com congada. Aqui, a Marimba fica no sudoeste e ela foi presente da Deusa da Alegria. O cheiro [...]

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Fui de taxi com Geraldo.   Comi pistache depois da lua asteca.   Várias mulheres compactuam angústias alegres comigo nas terras chilangas: Tania, Camila, Perla, Ana, Frida, Tina, Maria Emília e Gioconda. Influenciam.   Numa menor intensidade busco homens. Eles pegam na minha mão e penetram desafinados.   Malditos homens que fazem fotocópias e que [...]

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Fomos de fusca a Europa. Avançamos faróis. Azuis. Redondos e de paralelepípedos. Negamos caronas aos gatos. Ignoramos xavecos. No meio do caminho encontramos vários labirintos. Eles dobravam e desdobravavam. Á esquerda passamos pelo Quênia e depois do breque, compramos sapatos indígenas no Equador. Com os pés calçados de todas as cores, seguimos a nossa  rota.  Os olhos [...]

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Eu me apaixonei por um filósofo.  O mesmo que não se importa com as minhas botas rachadas.   Aquele de dente torto, corpo grande e cigarros inteligentes.  Aquele que relê trechos de Dostoievski e Kafka antes do sonho. Aquele que fala com as minhas idéias.

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“Tengo miedo el encuentro con el pasado que vuelve a enfrentarse con mi vida tengo miedo de las noches que pobladas de recuerdos encadenan mi sufrir pero el viajero que huye, tarde o temprano detiene su andar mas el olvido que todo destruye haya matado mi vieja ilusion Cual escondida la esperanza humilde es toda [...]

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Durmo e acordo com meu pai. Busco  nos diários dos outros vozes dele. Sempre  fotografei e escrevi sobre mulheres.  Livro-reportagem. Ativismo. Monografia de Direitos Humanos. Ensaio e dança. Mulheres à exaustão. Os homens eram parte na hora da carne.  Reles imbecil das artes em linha reta. Precisei perder grandes amores. Explodir. Rememorar a primeira dor.  Releio  ardentemente Kierkegaard e Kafka e [...]

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Tímida y avergonzada – María Emilia Cornejo   tímida y avergonzada dejé que me quitaras lentamente mis vestidos, desnuda Sin saber qué hacer y muerta de frío me acomodé entre tus piernas ¿es la primera vez? preguntaste, sólo pude llorar. oí que me decías que todo iba a salir bien que no me preocupara, yo [...]

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